Tulipas - A Dança da Vida



Precisamos de sua proteção!









Você é nosso livre arbítrio, e nós confiamos em você!!!

Sempre que vc.encontrar um animal abandonado,

que receba maus tratos ou qualquer tipo de

atitude que agrida seu bom senso, faça o

que você gostaria que fizessem com você

se estivesse desamparado:


TOME UMA ATITUDE HUMANA

AJUDE! DENUNCIE!!!



Leis Brasileiras de Proteção aos Animais

UIPA - União Internacional Protetora dos Animais

SUIPA - Sociedade União Internacional Protetora dos Animais

Estimação - Sociedade de Proteção aos Animais

ARCA BRASIL - Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal

Diretório de Entidades Brasileiras de Proteção aos Animais e/ou ...

WSPA Brasil | Sociedade Mundial de Proteção Animal

PROTEÇÃO E DEFESA AOS ANIMAIS

 

A imagem





Texto e Imagens Enviados por: Circia




Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 10h31
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FALTA DE SENTIDO EXISTENCIAL





- Yantra Shiva -





Infelizmente, a grande massa humana está em estado de anestesia, inconscientes de si mesmas e presas nas engrenagens alienantes do sistema capitalista de consumo utilitarista.

Essas são as razões de tanta apatia e solidão.

Não é fácil sair da “matrix”, pois o autoconhecimento não é um caminho livre, leve e fácil.
Ele exige dedicação, esforço, consciência, consistência e diligência.

Para a maioria silenciosa das pessoas acaba sendo mais fácil ficarem na inconsciência apática de si mesmas, contentando-se ocasionalmente com alguns momentos de alegria ou de ilusão, que possibilitam a sensação de estarem vivas.

Por isso nossa cultura tem tanta necessidade de atividades produtoras de adrenalina, presentes nas situações de dependências, abusos e compulsões.

Situação facilmente observada no consumo patológico, nos transtornos alimentares, nas farmacodependências, drogadicções e alcoolismo, nas atividades perigosas e aventureiras, como saltar de bang-jump, nos jogos de azar e em todos os excessos que vão desde o trabalho até o sexo.

Essas são as razões de tanto uso de antidepressivos e outras medicações psiquiátricas para ajudar as pessoas a se concentrarem, dormirem, serem menos impulsivas e mais confiantes.

Então, para as pessoas que ainda não foram acometidas por algum tipo de sintoma: físico, emocional, psíquico, familiar, profissional, social ou espiritual, e não tem consciência do seu estado de dormência apática e de aprisionamento em uma das duas rodas, resta-nos apenas aguardar.

Pois o chamado, mais cedo ou mais tarde, acaba surgindo e, a meu ver, a maior missão de quem já conseguiu um pouco do autoconhecimento é o de promover e divulgar esse caminho
para as demais pessoas.

Enquanto isso, elas continuarão consumindo...







Autoria:  Dr. Waldemar Magaldi Filho
http://www.joacir.com/entrevista-com-o-dr-waldemar-magaldi-filho-autor-do-livro-dinheiro-saude-e-sagrado

Imagem:
www.freebsd.nfo.sk/hinduism/sects.htm




Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 09h58
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UMA PESSOA RAZOÁVEL...




- Intuition -




A palavra sânscrita
sadhumati é muito bonita.

Mati
significa inteligência e sadhu significa sábio, sensato, razoável: sábia inteligência.

Não apenas inteligência, mas inteligência sábia, sensata, razoável. Há pessoas que podem ser racionais, mas não são razoáveis - ser razoável é mais do que ser racional.

Às vezes, a pessoa razoável está pronta para aceitar o irracional também - porque é razoável. Ela pode entender que o irracional também existe.

A pessoa racional pode nunca entender que o irracional também existe. Ela só pode acreditar no silogismo lógico, limitado.


Mas existem coisas que não podem ser provadas logicamente, e ainda assim elas existem. Todo mundo sabe que elas existem,  e ninguém nunca foi capaz
de provar a sua existência.


(...)


Mas o amor existe.

E ninguém nunca é satisfeito pelo intelecto sozinho, a menos que o coração também esteja consciente.

Existem duas polaridades dentro de você: a cabeça e o coração.






Autoria: Osho
Livro: Intuição

Imagem:

http://victrixart.com/myPictures/intuition.jpg






Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 19h13
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AFIRMAÇÃO DIÁRIA









Tente começar cada dia com uma celebração da vida.

... de manhã, reserve um instante para agradecer à grande força criativa por lhe dar mais um dia para poder sentir as incríveis maravilhas da vida.

Desta forma, os fatos e acontecimentos que lhe pareceriam banais, ou que passariam despercebidos, adquirem um novo sentido.

(...)

Assim, você começa o seu dia com uma predisposição positiva que irá influenciar
tudo o que fizer.






Autoria: James Van Praagh
Livro: O Despertar da Intuição

Imagem:
 portuguesbrasileiro.istockphoto.com/file_clos...




Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 18h37
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Poder Feminino: a cura de ser
realmente tudo o que se é








Se você ama com todas as forças de seu coração, então sabe - ou algum dia soube - o que é ser mulher! É sempre uma força arrebatadora, e altamente zelosa sua manifestação. Não tem hora nem lugar, simplesmente é...
Ser mulher é encontrar o seu poder, sua fé, sua alegria de viver. É amar como se fosse o último dia de sua vida, é chorar as próprias perdas até o dilaceramento da alma, é curar-se em seu próprio recolhimento, na sua própria espiritualidade.
A mulher é movida pelo amor e por suas paixões, e isso ninguém lhe tira, é de sua natureza. O fogo sagrado mora dentro dela, e quem quiser despertar sua atenção precisa ser corajoso o bastante e não ter medo de compartilhar esse fogo com ela.
Ela sabe ser meiga e carinhosa, mas também sabe ser feroz e exigente quando se torna necessário lutar pelos seus ideais. Os ideais da mulher são grandiosos, e parte do seu aprendizado está em amadurecê-los, ou seja, torná-los reais, passíveis de experiência real. É a partir dessas experiências que ela vai tornando-se interessante, forte e profundamente sábia. Nesse confronto de ilusão com realidade, a mulher tem a chance de crescer e começar a acessar sua alma, sua verdadeira fonte criativa.
A mulher que não conhece sua alma, sua verdadeira natureza, torna-se frágil, dependente, carente, medrosa, insegura. Passa a viver uma vida de mentiras, e o pior: passa a acreditar na própria mentira.
A mulher que consegue ver a simplicidade e a beleza nas pequenas coisas, e sentir gratidão por ser portadora de uma missão tão bonita como a de regenerar a terra e trazer generosidade para a humanidade, com certeza está no caminho... A coragem de não saber onde ele vai dar também faz parte da entrega a caminho da busca.

Integrar todas as faces - Através dos sete principais arquétipos femininos representados pelas Deusas Gregas, ou sete padrões de comportamento que caracterizam a personalidade da mulher, ela tem a possibilidade de fazer sua auto-análise e trazer para a consciência questões fundamentais para a compreensão e transformação dos vários aspectos que a compõe. É a relação harmoniosa entre esses vários aspectos que permitem à mulher ser inteira, íntegra, e a não ter medo de seu próprio poder, pois cada aspecto tem a sua necessidade própria de ser nutrido.
São eles:
Afrodite (criatividade, sexualidade, amor), Hera (fidelidade, casamento sagrado), Atena (planejamento, estratégias), Ártemis (independência, ideais de vida), Perséfone (autoconhecimento, sensibilidade), Deméter (maternidade, fertilidade, cuidado com o outro) e Héstia (espiritualidade, fogo sagrado).
Geralmente, não temos consciência de todas essas faces e é essa falta de consciência e integração que traz os conflitos. Ela é gerada na cultura ocidental pela cisão entre a razão e a intuição. Linguagens como a dos símbolos, mitos e sonhos passaram a ser associadas a linguagens infantis, e não tiveram espaço na cultura ocidental racional.
Pânico, tédio, crises de choro, comportamentos destrutivos, entre outros sintomas depressivos que hoje acometem muitas mulheres, estão, em muitos casos, relacionados com uma certa negligência da mulher em relação ao próprio ser feminino, por não procurar compreender e acolher suas diversas faces.
A depressão feminina aparentemente "sem explicação", como nos casos de mulheres bem sucedidas profissionalmente, mas que se sentem fracassadas e tristes, é muito comum em mulheres que se viram "obrigadas" a relegar a um segundo plano arquétipos ligados à intuição, à sensibilidade, como, por exemplo, o de Perséfone.
Outro exemplo é o da mulher que viveu muito tempo para a carreira. Essa mulher pode não saber como seduzir um homem, como dançar e se soltar - nesse caso viveu muito a Atena e não deu muita importância à Afrodite. Também a mulher de 50 anos que só viveu para o marido e para os filhos pode, nessa altura da vida, se sentir vazia, sem chão, quando os filhos crescem e vão embora - nesse caso viveu muito Deméter e não deu muita importância para si, para seus ideais (Ártemis).
A grande dificuldade da maioria das mulheres é a integração de todas as suas faces. A cura vem da integração dos vários aspectos da psique feminina, da liberdade que a mulher tem de ser o que realmente é, em toda sua plenitude.
Toda mulher é linda, atraente, curandeira, xamã, sacerdotisa, anciã sábia!
Necessitamos acreditar em nós mesmas, no poder que temos de curar todos os nossos aspectos sombrios, aspectos que por milênios não nos permitiram viver! Aspectos que foram considerados perigosos, talvez por conter tanta simplicidade em sua forma, tanta beleza, tanta sabedoria e compaixão, que alguns se sentiram ameaçados por serem tão diferentes dessa natureza!!!
A mulher é um ser sagrado, pleno de sabedoria, instintivo, intuitivo... Ela conhece os Mistérios Sagrados ligados aos ciclos, pois ela própria é cíclica, mutante, e conhece como ninguém os segredos da vida/morte/vida, ou seja, junto com o processo da vida está a morte e as transformações decorrentes desta, abrindo assim a possibilidade do renascimento. É assim que o seu corpo a avisa todo mês, através do ciclo menstrual, que a vida continua. Que o sangue verte, que os filhos nascem, que os frutos amadurecem e caem novamente no solo, e que a vida ressurge novamente!






Autoria: Patricia Cuocolo
http://www.absoluta-online.com.br/conteudo_yinsights_artigos_poderfeminino.html




Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 22h31
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A VIDA EM RECONSTRUÇÃO

A Vida dos Outros - Filme









Segundo o ditado popular, a galinha do vizinho bota ovos mais amarelinhos. É um erro comum: julgar que a vida do outro é melhor e mais fácil que a própria. Essa interpretação pode ser revista em A Vida dos Outros, do diretor alemão Florian Henckel von Donnersmack vencedor do Oscar de melhor filme
estrangeiro em 2007.
A história se passa numa época anterior à queda do Muro de Belim, quando Gerd, um agente da polícia secreta da Alemanha Oriental, a Stasi, interpretado pelo autor Ulrich Muhe, é incubido de vigiar um dramaturgo, Georg, suspeito de se opor ao regime comunista.


No início do filme, vemos o personagem ensinando a um grupo de alunos métodos de investigação policial, cujo princípio implícito seria o de que todo suspeito é culpado. As técnicas que transmite serviriam para quebrar a resistência dos inimigos, fazendo aparecer a aversão ao sistema. O policial não se abala quando um aluno o questiona sobre a humanidade dos procedimentos. Para ele, o que existe é o certo e o errado, os bons e os maus, os que são favoráveis ou contrários ao sistema. Pode-se supor que Gerd foi educado sob essa dicotomia, sem que esses juízos se aprossimassem, impedindo conflitos, dúvidas, reflexões ou ambivalências.

(...)

Com a observação do dia-a-dia do escritor, a vida monótona e vazia do policial se tinge novas cores. Gerd se torna mais sensível e transforma sua maneira de ser e ver o mundo por meio do contato com um outro tão diferente dele. Ele se apaixona pela música, descobre o poder das palavras e a força contida nas relações de camaradagem. Admira a riqueza afetiva, humana e sexual de Georg.


A observação da vida do dramaturgo fornece elementos para reconstrução da subjetividade do agente da Stasi, funcionando como uma matriz para a descoberta de novas realidades e possibilitando a apreensão de um conceito estético. Isso pode ser observado em muitos momentos. Ver Gerd ouvir e encantar-se com uma música tocada por Georg é perceber o efeito que a arte pode surtir sobre a afetividade


De carrasco, Gerd passa a ser o protetor de Georg, tornando-se alguém que se empenha em preservar todo o arco-íris de possibilidades presente na vida, contra o preto-e-branco estabelecido por uma educação rígida e por regimes totalitários. Proteger Georg significa presrvar toda a riqueza humana e também defender as preciosidades que ganhou com o contato com ele.


O filme pode ser entendido como uma metáfora do desenvolvimento mental do ser humano, e não apela para a idealização... Com isso, Donnesmarck nos incita a repensar a constatação contida no ditado popular. A vida alheia pode ser invejada, mas seria melhor se, na interação com o outro, buscássemos descobrir coisas novas, perceber outras possibilidades, torcar afetos e experiências, no lugar de desejar que os ovos dos outros sejam menos amarelos.






Autoria: Suely Gevertz
Revista: Mente e Cérebro n. 182
 

Imagem:

http://cinevita.wordpress.com/2008/01/17/a-vida-dos-outros/





Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 11h04
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 IKEBANA









A missão da flor é:
Alegrar a vida, fazer evoluir os sentimentos e harmonizar o ambiente.




Fundação Mokiti Okada
http://www.fmo.org.br/fmo2/ikebana_sanguetsu.html




Ikebana são arranjos florais feitos seguindo arte e filosofia
milenares japonesas sob influência do budismo Zen, que leva
o praticante à harmonia interior. Consegue-se essa harmonia
através da contínua interação com as plantas que vão
resultar numa composição floral: aprecia-se-lhes a forma,
verifica-se como cresceram, como absorveram a luz solar;
sente-se-lhes a força ou a delicadeza; percebe-se e
corresponde-se à singularidade de cada ramo ou flor.


Essa contínua interação com a flor resulta no aflorar e no
desenvolvimento da sensibilidade
. Assim considerada, a arte
da ikebana é ainda uma forma de meditação. Iniciar-se no
seu aprendizado é assumir um caminho de autoconhecimento.


No passado esta prática esteve associada às oferendas feitas
a Buda. Com o passar dos séculos e, principalmente, através
de uma nova perspectiva estética elaborada gradativamente
nos mosteiros Zen, os arranjos foram se tornando mais
simples e menores, sem perder o requinte. Após a Segunda
Guerra Mundial ocorreu o crescimento do número de estilos
de ikebana pelo mundo. Podemos afirmar que hoje existem
cerca de 2 mil estilos, cada qual com seus nomes e
esquemas particulares.


Em uma ikebana, além do aspecto estético, há muita filosofia
plantada. Quem as faz ou apenas as aprecia acredita que a
interação com as plantas propicia ao homem levar uma vida
mais harmônica consigo mesmo e com o mundo
.


Nos ambientes, diz-se que as ikebanas afastam maus
fluidos. 'O mal não gosta de flores', dizia Mokiti Okada (l882-
1955), idealizador do estilo sanguetsu, criado na década de
40.


'A flor tem sentimento
Preserve a vitalidade da flor
Conserve o seu aspecto natural
Use pouco material
Vivifique com alegria, como se estivesse pintando um quadro'.


'Aqueles que possuem o desejo de se igualar à beleza das
flores são portadores de corações que a elas se assemelham'.


Segundo Mokiti Okada, a fonte do desenvolvimento de tudo o
que existe na natureza está na triologia Sol, Lua e Terra. As
ervas e as árvores vivem graças à força desses elementos,
adaptando-se ao clima, mantendo a ordem e manifestando
sua originalidade.


Devemos polir os nossos sentimentos, refiná-los a tal ponto
que consigamos perceber a maravilha dessas forças, a
harmonia que se estabelece a partir de suas fontes em
relação umas com as outras. Fontes que nos sujeitam,
mesmo que não percebamos isso, às leis da perfeita ordem
da natureza.





Autoria: Maria Bernadete Lima Trindade

http://www.opendoorimoveis.com.br/sistemas/faq/faq.php?print=true&cat_name=Harmonia&category_id=9

Imagem:
http://www.ikebana-art.ca/images/ky001%20ishida.jpg



::::::::::::



Obs.:
Os grifos (no texto) são meus.





Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 18h02
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A TEMPESTADE







O Pássaro e o homem têm essências diferentes.
O homem vive à sombra de leis e tradições por ele inventadas;
o pássaro vive segundo a lei universal que faz girar os mundos.


Acreditar é uma coisa; viver conforme o que se acredita é outra.
Muitos falam como o mar, mas vivem como os pântanos.
Muitos levantam a cabeça acima dos montes,
porém sua alma jaz nas trevas das cavernas.


A civilização é uma árvore idosa e carcomida,
cujas flores são a cobiça e o engano e cujos frutos
são a infelicidade e a inquietação.


Deus criou os corpos para serem os templos das almas.
Devemos cuidar desses templos para que sejam
dignos da divindade que neles tem morada.


Procurei a solidão para fugir dos homens, de suas leis,
de suas tradições e de seu ruído.
Os endinheirados pensam que o sol e a lua e as estrelas
levantam-se dos seus cofres
e se deitam nos seus bolsos.


Os políticos enchem os olhos dos povos com poeira dourada
e seus ouvidos com falsas promessas.


Os sacerdotes aconselham os outros,
mas não aconselham a si mesmos,
e exigem dos outros o que não exigem de si mesmos.
Vã é a civilização. E tudo o que está nela é vão.
As descobertas e invenções não são mais que brinquedos,
com a mente se divertindo no seu tédio.


Cortar as distâncias, nivelar as montanhas,
vencer os mares,
tudo isso não passa de aparências enganadoras,
que não alimentam o coração nem elevam a alma.


Quanto a esses quebra-cabeças, chamados ciências e artes,
nada são senão cadeias douradas
com as quais os homens
acorrentam-se, deslumbrados com seu brilho e tilintar.


São os fios da tela que o homem tece
desde o inicio do tempo,
sem saber que, quando terminar sua obra,
terá construído a prisão
dentro da qual ficará preso.


Uma coisa só merece nosso amor
e nossa dedicação,
uma coisa só...

É o despertar de algo
no fundo dos fundos da alma.
Quem o sente,
não o pode expressar em palavras.
E quem não o sente,
não poderá nunca o conhecer por palavras.
Faço votos para que aprendas
a amar as tempestades
em vez de fugir delas.





Autoria: Khalil Gibran
http://www.eurooscar.com/poesoutros/khalil_gibran2.htm

Imagem:
 
portuguesbrasileiro.istockphoto.com/file_clos...




Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 21h30
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É Mais Fácil Engolir Regras Do Que
Enfrentar A Si Mesmo

 


 

Conceitos e regras que definem dois extremos, tais como “certo” ou “errado”, “bom” ou “ruim” e “vítima” ou “vilão” servem muito mais para nos acomodar numa posição engessada e estagnante do que para nos impulsionar em direção ao amadurecimento tão essencial em nossos relacionamentos.

Outro dia, estava me questionando sobre o que – no mais profundo íntimo – faz as pessoas sentirem tanta dor ao serem traídas ou tanta culpa (ainda que inconscientemente) ao ficar com outra pessoa...

E para começar a minha reflexão, me pareceu muito óbvio à serviço de que estão dor e culpa. Quando nos sentimos traídos ou traidores, todas as nossas convicções ficam estremecidas e nos vemos diante de nós mesmos, tendo de encarar nossas escolhas, questionar nossos sentimentos e revisar nossos valores.

Este intenso e importante exercício é o que nos remete à dor e à culpa, porque nos damos conta do quanto ainda temos a descobrir sobre nós mesmos; o quanto ainda somos tomados por sentimentos pequenos, mesquinhos e limitantes, como posse, orgulho, tentativa de controlar o outro e a vida, inveja, insegurança, falta de auto-estima, de compreensão, etc.

Entretanto, é tão mais fácil justificar o que sentimos a partir da atitude do outro – seja a que nos colocou na posição de traídos; seja a que nos parece ter nos motivado a trair, pois tudo o que queremos é que a responsabilidade não recaia diretamente sobre nós e nossos próprios desejos e atitudes...

Mas justificar o que somos – ou o que não somos – a partir do outro é o que temos feito sempre! Chega! Está na hora de começarmos a assumir que somos e fazemos e sentimos aquilo – e somente aquilo – que nossa maturidade nos permite!

São características como inteligência emocional, autoconhecimento e disponibilidade para aprender que fazem com que sejamos ou não maduros o suficiente para tomar as rédeas de nossas vidas e fazer escolhas mais coerentes e conscientes, facilitando a superação da dor e da culpa e, especialmente, a reincidência da felicidade.

Vivenciar situações complexas como traição inevitavelmente nos coloca diante de tudo o que temos sido e do quanto temos investido naquilo em que desejamos nos tornar. Sobretudo, porque resvala em questões como a legitimidade da busca do prazer e do bem-estar.

Por isso, exige de nossa parte – para serem compreendidas e discutidas tais vivências de modo produtivo – mais do que um enfoque moral. Seu peso e importância (para aceitação ou negação) recaem sobre a visão de cada um e de cada casal, a cada instante da relação.

Temos preferido a cômoda prática da acusação, mergulhando num lugar sempre – e sempre! – de vítimas, deixando de lado a preciosa oportunidade contida nisso tudo, perdendo-se a riqueza do tema em discussões estéreis, não-criativas, não-preenchedoras.

Confesso que isso tudo desafia a mim mesma, mas creio que somente enfrentando-nos – cada um a si mesmo – é que poderemos caminhar em direção ao amadurecimento emocional que uma relação amorosa adulta requer, pouco importando qual a escala de valores que cada um adota!

Então, se você está doendo por se sentir traído, ou culpando-se por se sentir traidor, tente sair dos conceitos limitantes e encare-se de frente! Assuma-se! Reconheça quem você é, ainda que, em princípio, não goste do que vê. É somente quando você sabe quem é que pode se tornar quem deseja ser. Isto é evolução.

Negar-se ou permanecer no desconhecido de si mesmo pode até fazer você parecer menos culpado e mais vítima. No entanto, faz você – de fato! – menos autêntico, menos intenso e bem menos amante do que realmente poderia ser.

Refém de conceitos limitantes e regras que só servem para rotular corações, você perde a chance de encarar a vida e realmente aprender a amar!







Autoria: Rosana Braga
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=rosanab

Imagem: Normal Rockwell
www.art.com/.../sp--A/Girl_at_the_Mirror.htm




Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 21h26
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"Let Me Out"
- Official Video -
Ben's Brother













Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=sPe4_nFmW18




Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 19h57
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SUA INOCÊNCIA...




- Childhood Innocence -





Olhe - a vida não é um assunto difícil.

Ela se torna um problema quando sua vida deseja seguir um caminho e sua mente o arrasta para outro, e você fica em conflito, dividido. Você não pode ir para nenhum lado, pois metade de você está tentando ir para outra direção.

A vida se torna absolutamente simples quando você começa a funcionar a partir de algo que é superior à sua mente.

No começo, para qualquer buscador, toda a busca é encontrar um espaço acima da mente.
Uma vez encontrado ... todos os dualismos, tensões e ansiedades desaparecem. E, por estranho que pareça, a mente, que nunca esteve sob seu controle,
de repente se entrega a você.

A mente como mestra é um desastre.

A mente como serva é uma bela dádiva da natureza.
Você apenas deve encontrar o mestre - e ele não está muito longe;
está logo acima da mente.
Somente um passo.

Você chega ao coração, ele é tão belo, tão amoroso, que você gostaria de permanecer aí. Não há mais motivo para ir a outro lugar; parece que tudo foi alcançado.

Mas você terá de deixá-lo.
E a partida é um pouco pesarosa, porém o pesar será imediatamente aquecido - pois mais e mais bem-aventuranças serão derramadas sobre você.
E logo você aprenderá que não há necessidade de sentir pesar quando parte
de um lugar onde pernoitou.
Você se acostuma com isso, pois sabe que a jornada é infindável. O tesouro se torna maior e maior, e você não é um perdedor. Será uma perda parar em algum lugar.

Assim, não há parada, não há ponto final... nem mesmo ponto e vírgula.
Você terá de aprender a desfrutar até mesmo o doce pesar da partida de belos espaços para espaços ainda mais belos.

A ignorância é o começo da sabedoria. Corretamente compreendida, ela não é algo negativo. (...) Nada está escrito sobre ela.
Você tem de escrever sua própria Bíblia sagrada... você tem de dar à luz.

A ignorância é um útero.
Contém o anseio pela verdade - e, se você não for vítima da erudição,
a ignorância é o começo certo.

Saber absolutamente que "eu não sei" é o primeiro passo para a sabedoria. Você conheceu algo de imenso valor: sua inocência.





Autoria: Osho
Livro: Escute seu coração

Imagem:

http://sethar.files.wordpress.com/2006/11/childhood-innocence.jpg





Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 20h12
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 Faithfully
Journey (Live 2001)








Esta música faz parte de um DVD do Journey Live 2001,
que recomendo, por ser de excelente qualidade musical e instrumental.



Adelia Ester M. Zimeo






Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=D9ia4x1ohgE&feature=related





Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 20h49
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UM BELO SELO...










Este selo maravilhoso me foi ofertado pela Cida
(http://caminhantes2.blog.uol.com.br/index.html),
a quem agradeço carinhosamente.

Repasso-o para mais 5 blogamigos:

Claudinha
Sergio Ricardo
Ana
Jeanne
Adri




Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 21h54
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O MEDO DA DIFERENÇA






- Different Person -






Neste momento reencontramos o arquétipo de Jonas.  Talvez ele esteja buscando, através da sua fuga do chamado de Deus, o anonimato mais do que a afirmação da sua própria personalidade.  É interessante observar nesta passagem, que alguns podem utilizar a mística, os ensinamentos espirituais para fugir da sua personalidade e regredir ao impessoal ao invés de supera-la. Neste aspecto, a espiritualidade pode servir de pretexto para fugir à afirmação do seu Eu.


Afirmar-se é afirmar-se como diferente.  Afirmar-se diferente não quer dizer afirmar-se contra, mas afirmar-se no que temos de próprio, na missão particular que nos foi dada para servir a todos.


O que é pedido a Jonas é que ele não seja apenas um sábio que vive no anonimato de uma cabana no fundo do bosque, mas que seja também um profeta.  O silêncio que está nele não é uma ausência de palavras, é a mãe da palavra.  Antes de se calar, antes de saborear a beleza do silêncio, ele deverá dizer sua própria palavra.


Antes de chegar a este estado de não-desejo e não-medo, no cume do nosso “vir-a-ser”, do nosso tornar-se, neste estado de Paz integrada, devemos viver esse desejo.  Só poderemos supera-lo após tê-lo realizado. 


É preciso falar para ir além da palavra.  É preciso desejar para ir além do desejo.  Algumas vezes nós nos servimos da espiritualidade, nos refugiamos em um falso silêncio e em um não-desejo, que é uma ausência de vida, uma falta de vitalidade que está mais próxima da depressão do que do estar desperto, alerta, mais próximo da despersonalização do que da transpersonalização.


Jonas teme o ciúme e a incompreensão dos seus irmãos.  Ele teme ser rejeitado e morto pelo ostracismo de seu povo.  Ele teme ser um “colaborador”, um inimigo do seu povo.


O complexo de Jonas não é, apenas, um medo do sucesso, um sentimento de culpa diante do sucesso, um medo de suscitar inveja nos outros.  O complexo de Jonas é, também, o medo de ser diferente, de ser rejeitado por aqueles que são diferentes.


Rollo May dizia: “Muitos fatores provam que a maior ameaça, a causa mais nítida da angústia do homem ocidental contemporâneo, não é a castração, mas o ostracismo.”  Ou seja, a situação considerada como terrível e aterrorizante é a situação de ser rejeitado pelo grupo ao qual pertencemos.


Muitos de nossos contemporâneos passam por uma castração voluntária, isto é, renunciam ao seu poder, à sua originalidade, à sua independência, pelo medo da rejeição, do exílio.  Eles adotam a impotência e o conformismo (para Rollo May o conformismo será a doença mais grave do nosso século) devido à ameaça eficaz e terrível do ostracismo.


O conformismo sempre foi considerado necessário à sobrevida de um grupo e à sua harmonia interna, mas este conformismo pode se tornar opressivo e provocar doenças.  Estes fenômenos são observados, algumas vezes, em certos grupos espirituais.  Tomam-se as mesmas atitudes, a mesma maneira de olhar mais ou menos inspirada, repetem-se as mesmas frases, sem verdadeiramente pensar em integra-las.  Entra-se, assim, em uma atitude mais ou menos esquizóide.


Há aqueles que representam o papel que lhes é pedido, mas o Ser verdadeiro não está neles.  Neste caso, ocorre uma espécie de mal-estar, que pode gerar uma doença.  Um discípulo de São Tomas de Aquino um dia lhe perguntou: “Se minha consciência me pede para fazer alguma coisa e o Papa me pede para fazer outra, a quem eu devo obedecer?”


Esta questão é muito atual.  No lugar do Papa você pode colocar o seu guru, o sol ou a lua, uma pessoa ou autoridade suprema, a referência que você busca quando coloca uma questão profunda.  O que acontece se esta autoridade lhe diz para fazer alguma coisa e o seu desejo interior lhe manda fazer outra?  A quem obedecer?  A qual voz escutar?


Santo Tomas de Aquino dá uma resposta a seu discípulo que talvez surpreenda alguns.  Ele não diz: “Obedeça ao Papa”, mas: “Obedeça à sua própria consciência, obedeça à sua consciência procurando esclarecê-la.”  Não separe as duas partes da frase: “Obedeça à sua própria consciência” e, ao mesmo tempo, “procure esclarecê-la”.


Essa frase de São Tomas de Aquino é uma boa frase terapêutica.  Se ele tivesse dito: “É preciso obedecer ao Papa”, ele teria feito dessa pessoa um hipócrita ou um esquizofrênico.  Esta atitude pode ser observada em alguns católicos ou em pessoas que pertencem a outros grupos humanos.  Obedecem à autoridade, mas uma personalidade interior se dissocia, pouco a pouco, dos seus atos.  Neste divisão entre o que fazemos e o que pensamos vai se introduzir um mal-estar, ou um “estar mal” que gera a doença.


Podemos nos enganar, mas não podemos mais nos mentir.  É preciso aceitar que podemos nos enganar, mas ao mesmo tempo devemos buscar esclarecer o nosso caminho, mantendo ambos unidos.  Por vezes,ter a coragem de nos diferenciarmos do nosso meio e daqueles que, para nós, constituem uma autoridade.  Caso contrário, descobriremos que estamos nos destruindo naquilo que temos de mais autêntico.


O medo de Jonas é o medo de ser diferente, de ser rejeitado por aqueles dos quais ele se diferenciou.  O conformismo pode provocar um certo número de patologias.  Quantos pássaros tiveram suas asas cortadas ou aparadas para que ficassem felizes e confortáveis em suas gaiolas douradas?


Na lenda do Grande Inquisidor de Dostoievski, esse diz ao Cristo, que retorna à terra: “Vai ser preciso suprimi-lo novamente, porque você vai tornar as pessoas muito infelizes, tornando-as muito livres.  Nós queremos tornar os homens felizes.  Nós dizemos: faça isto ou aquilo e tudo correrá bem.  Ao invés, você quer que os homens sejam livres.  Você não diz: façam isso, façam aquilo.  O homem é infeliz na sua liberdade.  Nós queremos libertar o homem do peso da sua liberdade.”


Este texto continua sendo atual.  Estamos, incessantemente, à procura de alguém, de um ensinamento ou de uma instituição que nos diga o que é bom e o que é ruim e que nos isente do exercício da nossa liberdade.  Um mestre verdadeiro não nos isenta da nossa liberdade.  Ele nos dá elementos de reflexão, um certo número de exercícios ou de práticas a viver a fim de que nos tornemos livres por nós mesmos.  Suas palavras não substituem as nossas palavras, elas nutrem nossas palavras.  Seu desejo não substitui o nosso desejo.  Não somos suas marionetes, seus soldadinhos ou discípulos fanáticos dos seus ensinamentos, mas nos tornamos pessoas livres, nutridas pelas luzes e pela riqueza que ele pode nos comunicar.


A vontade de ser como todo mundo traz um sentimento de impotência excepcional.  Os psicólogos humanistas vão nos mostrar que a pressão social é tal e tão forte que a maior parte das pessoas tenta resolver os seus problemas pessoais adaptando-se cegamente, às normas e aos valores do grupo.  Cortados da sua atenção primaria, empregam o critério de adaptação como o único ponto de referência para julgar se uma atitude, individual ou coletiva, é aceitável.
Como dizia Harlow: “Parece que a pressão de se conformar (de se adaptar) às normas do grupo é irresistível, mesmo quando esta adaptação está claramente em conflito com as percepções, com as atitudes e convicções do indivíduo.”  Este é um bom critério de discernimento.


Um grupo são, saudável, é capaz de conter pessoas muito diferentes, que pensam de maneira diferente e que se enriquecem com suas diferenças.  Porque se todos pensarem a mesma coisa, se todos entrarem na mesma concha, não pensaremos mais...  Nossa relação deixará de ser uma relação de aliança e se tornará uma relação de submissão a uma doutrina comum.  É como a água da chuva que, ao cair em um campo, gerasse flores de uma única cor.


É interessante notarmos que, quando um ensinamento pode florescer sob diferentes formas, ele encontra aplicações em ambientes e mundos diferentes.  É o sinal de que estamos num espaço que colabora para nossa evolução em vez de nos destruir, de nos bloquear.







Autoria: Jean-Yves Leloup
Caminhos da Realização - Editora Vozes 1996


Imagem:
 portuguesbrasileiro.istockphoto.com/file_clos...





Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 23h42
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Algumas Palavras...


Este texto foi escrito pela alma poética da Cida (Blog: Caminhantes) 
e me foi oferecido carinhosamente.

E eu o compartilho com todos vocês,
como uma magnífica reverência ao sagrado feminino

Por isso a imagem representativa do graal (cálice sagrado) abaixo,
como símbolo do feminino;
além dos tecidos ou lenços sedosos, leves e esvoaçantes
como a essência do feminino o é igualmente.


Agradeço afetuosamente  a você, Cida por esta bela inspiração!



Adelia Ester Maame Zimeo



:::::::::::::



REVERÊNCIA AO SAGRADO FEMININO








Senhora da alquimia, que a tudo transforma no ouro da existência.
Senhora da vida dos que passam por suas abençoadas mãos e mente.
Senhora das marés vivas que socorre do naufrágio os que
foram abatidos e ressuscita-os.
Senhora dos mistérios e do vento norte que traz as palavras nunca ditas.
Senhora da minha vida, que quando me toca vejo um país que não existe
e um anjo pousa em meus ombros.
Senhora das metáforas que sopram a circulação das energias nas tempestades
e tudo acalma.
Senhora do sol que a tudo ilumina com sua abençoada vida.
Senhora do meu poema de amor, porque amar você, é neste dia do meu aniversário, o meu maior e melhor presente que jamais pude imaginar.
Senhora da música que envolve uma estrela cadente que realiza os sonhos.







Autoria: Aparecida Azevedo

Imagem:
artena.free.fr/Images/ulei6.jpg




Escrito por Adelia Ester Maame Zimeo às 13h14
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